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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO NO JAPÃO...DISCIPLINA E EDUCAÇÃO

                             
                               
Quando eu citei no post anterior, que um idoso no Paraná, foi espancado por um grupo de rapazes por ele ter abalroado o carro de um deles, disse também que isso poderia ser evitado se houvesse no Brasil, legislações abrangentes sobre o assunto. Matar no trânsito, hoje em dia no Brasil, quase nada acontece ao causador do acidente fatal. Estão aí centenas e centenas de casos, que quando acontece com pessoas famosas, é do conhecimento geral. Só para avivar a memória, jogador Edmundo, cantores como Rick,da dupla Rick e Renner, Alexandre Pires, Rafael de Souza Bussamra,(que matou o filho de Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas) e o ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho, que matou dois jovens, dirigindo embriagado. Desses citados, algum está preso? Nenhum! Todos livres e gozando de liberdade, e se duvidar, estão dirigindo e com a carteira de habilitação válida. Eu não consigo entender essa brecha, que os advogados desses acusados de matarem no trânsito, conseguem no judiciário. Entre recursos e mais recursos, esses processos vão se estendendo sem que se chegue a nenhum veredito. Ou seja, é raro você ver alguém que mata uma pessoa no trânsito, cumprir pena em presídio.

PORQUE NÃO IMITEMOS AS LEIS NO JAPÃO?
Tenho certeza que muitos hão de discordar daquilo que escrevo, por acharem que o brasileiro não tem condições de querer imitar as leis de um país de primeiro mundo. Mas no Japão, e em todo país civilizado que se preze a vida, são feitas leis para serem cumpridas. Muitos talvez, pensem..."Mas como cumprir uma lei, se quem outorga pode ser corruptível e quem recebe a ordem dessa lei, por outro lado,também pode corromper? A sociedade brasileira não é assim tão alienada. Devemos sim, seguir parâmetros de coisas que servem para melhorar a nossa vida.

As leis de trânsito no Japão são ultra rigorosas. Para um condutor conseguir a carteira de habilitação, sendo japonês, é criado mecanismos de testes práticos e teóricos, exaustivos e sem a mínima condição de se pensar em corromper a autoridade de trânsito. No Japão, isso dá cadeia. Para estrangeiros então, a dificuldade de se tirar a licença para dirigir é em dobro, pois sabe-se de antemão, que estatísticas do país oriental dão conta de que em cada 100 acidentes, 65 são causados por estrangeiros.

COISAS SIMPLES QUE DÃO CERTO-O BRASIL PODERIA IMITAR


Na primeira foto, vê-se um adesivo num veículo em VERDE/AMARELO. O engraçado é que ao chegar ao Japão, meados de 1994,- ainda sem conhecer o país-, quando eu avistava um adesivo desses, pensava comigo..."Que legal, enfim,  avistei um brasileiro!" Ledo engano! Esse adesivo, na verdade significa que o condutor daquele veículo, é novato, ou seja,tem CARTEIRA RECENTE, assim, deve-se manter distância e atenção redobrada.Esse dispositivo deve ser usado pelo período de doze meses.

Na segunda foto, vê-se um adesivo de cor laranja. Deve ser usado, obrigatoriamente, por pessoas, homens e mulheres, com mais de 60 anos de idade, caracterizando assim, que é um condutor da terceira idade. E o uso desses adesivos(além de outros, como quando se conduz crianças ou animais) foram criados com objetivos de se disciplinar o fluxo do transito, respeitando uns aos outros.

No Japão, só para citar um exemplo, se um condutor, estiver embriagado, em alta velocidade, e matar uma pessoa no transito(rua,calçada,ou outro veículo) esse infeliz pode ter selado sua vida aí. É preso, VAI ser condenado a penas elevadíssimas, perde a licença, fica incomunicável com a família, além do que, é obrigado a pagar, a ressarcir a família da vítima que ele matou. E se for uma criança então, os juízes que vão comutar a pena e a indenização, levam em conta a idade produtiva que essa criança teria em vida adulta.

Mas temos consciência, que o Japão é Japão, e o Brasil, é o que todos nós conhecemos. O nosso país tem Detrans espalhados pelos municípios, onde as carteiras ali emitidas são entregues sob o viço da corrupção e na maioria das vezes, sem que o motorista seja habilitado. E o resultado disso tudo, é o que a gente sabe. Mortes e mais mortes no trânsito.

Mas podemos começar a mudar um pouco esse cenário.E comecemos pela EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO. Fica fácil, pensar em querer EDUCAR. Difícil, é chorar e aceitar uma  perda fatal, pela ignorância e estupidez de muitos... Pensemos nisso minha gente!
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