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quinta-feira, 24 de maio de 2012

AS BORBOLETAS VOAM SOZINHAS(E LIVRES)




Em 1994, o Brasil assinou o documento da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, também conhecida como Convenção de Belém do Pará. Este documento define o que é violência contra a mulher, além de e explicar as formas que essa violência pode assumir e os lugares onde pode se manifestar. Foi com base nesta Convenção que a definição de violência contra a mulher constante na Lei Maria da Penha foi escrita.


No Brasil, a cada 5 minutos, uma mulher é agredida diariamente., e infelizmente em alguns casos a agressão é tão violenta que leva a vítima à morte.


E há um quadro nessa estimativa que dá medo. Os maiores agressores são normalmente os maridos e os namorados, que muitas vezes tornam-se violentos no momento em que a mulher resolve terminar com o relacionamento.


O ciúme e a bebida quando se juntam na cabeça de um homem preterido por uma mulher, são como se fossem a ponta de um grande iceberg para desencadear daí um ato de violência.


Muitas vezes a mulher quando se separa do marido, ela não consegue por mais que tente, se desvencilhar da presença marcante(e violenta) dele. E muitas quando se sentem em perigo, procuram uma delegacia de polícia para pedir garantia de vida. E o que muitas ganham? Praticamente uma recusa, um desinteresse ou uma promessa por parte das autoridades. E mais triste, muitas acabam sendo assassinadas em que pese terem procurado ajuda num órgão policial o que torna o crime mais revoltante.


Do quadro de amigos seguidores aqui em meu blog, 90%(noventa por cento) são mulheres. São amigas que conheço aqui, ou seja vindas até ao meu espaço por conta própria ou muitas porque eu fui até aos blogs delas. São mulheres, são mães, são esposas, são filhas, são namoradas, são mulheres fortes, mulheres frágeis, mulheres adolescentes, mulheres maduras, mas são mulheres que eu respeito e fico aqui sempre torcendo pelo sucesso delas.


E sempre penso o seguinte. Nessa vida, a gente nunca pode esperar que alguém é dono de alguém. A gente sim, tem respeito e zelo pela pessoa que vive ao nosso lado,procurando sempre ser fiel e honesto em nossos princípios. Quando a relação acaba, quando o amor já não mais nos estremece, a separação tem que ser encarada como sofrida, mais normal. Dói? Com certeza dói e a gente parece que não tem mais o chão sob os pés...Mas se analisarmos que o tempo cura as feridas e cada um pode refazer sim, a sua vida, ficará um pouco mais fácil a separação.


E tem mais, mulher não é saco de pancadas.E tem que acabar com essa "pecha" de acharem que mulher que apanha é mulher de malandro. Em momento algum a mulher pode SE CALAR. DENUNCIE à polícia o agressor, quer seja ele seu esposo, seu namorado, seu noivo,ficante,estressante,seja lá o que ele for para você. Ninguém pode(e nem tem direito) de agredir você.Sob nenhum argumento ou motivo. Acabou? Não dá mais?


Partir para outra! As borboletas vão e vem. No inverno ou no verão.Mas elas sempre vem!


p.s.-Faço este post, e dedico para todas as mulheres amigas do blog. Esperando que nenhuma delas tenham passado por isso e que nunca venham a passar.Um beijo e paz para todas!
                                                        
                                                                   Rubi Valente
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